quarta-feira, 16 de março de 2016

Curso de Produção Científica Teoria e Prática: Monografia, TCC - CANCELADO!

CANCELADO DEVIDO A PROBLEMAS OPERACIONAIS

Pedimos desculpas por quaisquer transtornos
Dúvidas e devolução do valor da inscrição para os que confirmaram entrar em contato pelos e-mails
josaias@yahoo.com.br e wellington.bmb@hotmail.com


PROMOVE:

III CURSO DE PRODUÇÃO CIENTÍFICA: Abordagem Teórica e Prática para a Graduação e Pós-Graduação 
(Trabalho de Conclusão de Curso (TCC): Projetos, Monografias e Artigos Científicos)


OBJETIVO
Abordar e Contextualizar os principais pontos inerentes ao desenvolvimento de uma Produção Científica na prática, como: projeto de pesquisa e Trabalho de Conclusão de Curso (TCC) da Graduação e Pós-Graduação: monografia e artigos. 

PÚBLICO ALVO
Estudantes de Nível Superior (Graduação ou Pós-Graduação), principalmente os que estão nos últimos períodos e precisam desenvolver o trabalho científico para a conclusão do curso. E demais interessados em adquirir conhecimentos científicos.

CONTEÚDO PROGRAMÁTICO
O curso será dividido em três módulos: 1. Introdução à Pesquisa Científica (4h aulas), 2. Desenvolvimento da Pesquisa (4h aulas) 3. Estruturação e Defesa da Pesquisa (4h aulas) e deve responder às seguintes questões:


1.  INTRODUÇÃO A METODOLOGIA DO TRABALHO CIENTÍFICO
2.  COMO ESCOLHER UM ASSUNTO, QUAL O MEU TEMA?
3.  COMO ENCONTRAR/DEFINIR UM PROBLEMA DEPESQUISA?
4.  QUAL A JUSTIFICATIVA PARA A MINHA PESQUISA?
5.  COMO VOU DEFINIR OS OBJETIVOS (GERAL E ESPECÍFICOS)?
6.  QUAIS AS QUESTÕES A INVESTIGAR OU HIPÓTESES?
7.  REVISÃO DE LITERATURA OU FUNDAMENTAÇÃO TEÓRICA?
8. QUAIS SERÃO OS MEUS PROCEDIMENTOS/METODOLOGIA DA PESQUISA
9. QUAL A ESTRUTURA SEGUNDO A ABNT (Citações, elementos textuais, pré e pós textuais)?
10. CHEGOU A HORA DE IR PRA BANCA! COMO DEVO PROCEDER PARA OBTER ÊXITO?

FACILITADORES

Professores com Mestrado e experiência com pesquisa nas áreas de Educação e Ciências Sociais Aplicadas (Administração, Ciências Contábeis, Economia e áreas afins).


CANCELADO DEVIDO A PROBLEMAS OPERACIONAIS

INVESTIMENTO: R$ 150,00 (À VISTA) 
OU PARCELADO (Consultar planos ao clicar no Pagseguro). 
NÚMERO DE VAGAS: 40 
LOCAL: Grande Hotel de Juazeiro – Juazeiro-BA
INSCRIÇÕES PELO SITE: http://www.blogcontabilizando.com/ 

segunda-feira, 26 de janeiro de 2015

Como passar no Exame de Suficiência 2015!! Materiais para auxílio aos estudos

Apostila Contabilidade Societária
Apostila Exame de Suficiência com algumas questões resolvidas 


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terça-feira, 16 de dezembro de 2014

Exame de Suficiência CFC/CRC: Perícia Contábil “Aspectos Introdutórios”



Pela definição da Norma Brasileira de Contabilidade, a perícia contábil é o conjunto de procedimentos técnicos, que tem por objetivo a emissão de laudo sobre questões contábeis, mediante exame, vistoria, indagação, investigação, arbitramento, avaliação ou certificado.

A Perícia tem como objetivo fundamentar as informações demandadas, mostrando a veracidade dos fatos de forma imparcial e merecedora de fé, tornando-se meios de prova para o juiz de direito resolver as questões propostas.

São objetivos específicos da Perícia Contábil : Objetividade; Precisão; Clareza; Fidelidade; Concisão Confiabilidade inequívoca baseada em materialidades, e Plena satisfação da finalidade.

Perito é o Contador regularmente registrado em Conselho Regional de Contabilidade, que exerce a atividade pericial de forma pessoal, devendo ser profundo conhecedor, por suas qualidades e experiência, da matéria periciada. 

O perito é a pessoa nomeada pelo juiz ou pelas partes (em caso de perícia extrajudicial).

A Justiça recorre ao perito contábil quando o juiz necessita de um laudo profissional especializado ou para atender ao pedido de uma das partes envolvidas no processo. Muitas perícias na área da Contabilidade são hoje requeridas principalmente na parte de revisão de encargos financeiros contra bancos, também referentes ao Sistema Financeiro Habitacional, e demais questões como leasing, condomínios, entre outros. A perícia é um meio de prova previsto no Direito, assim como a documental, a testemunhal e a do depoimento pessoal.

O perito contábil, além da condição legal, da capacidade técnica e da idoneidade moral, tem uma responsabilidade enorme, já que suas afirmações envolvem interesses e valores consideráveis.

No caso de perícia judicial, o prazo estabelecido para a conclusão dos trabalhos, fixado pelo juiz, deve ser cumprido pelo perito-contador como forma de não obstar a celeridade processual. O perito-contador assistente deve cumprir o prazo fixado em lei, para suas manifestações sobre o laudo pericial, de forma a não prejudicar a parte que o indicou.

A principal diferença entre auditoria e perícia é que a auditoria opera através de um processo de amostragem, e a perícia sobre um determinado ato, ligado ao patrimônio das entidades físicas ou jurídicas, buscando a apresentação de uma opinião através do laudo pericial.

O perito contador atua sobre um caso litigioso, envolvendo duas partes, enquanto que o auditor desenvolve seu trabalho para uma entidade privada ou pública que o contrata para apreciar e emitir parecer sobre controles internos ou demonstrações financeiras.

REFERÊNCIAS

Contabilidade para Concursos e Exame de Suficiencia (Atlas, 2011).
Manual de Perícia Contábil (2010).

AUTORES

Jorge Niyama, César Tibúrcio Silva, Demais Autores Organizadores;

Júlio César Zanluca

Exame de Suficiência em Contabilidade - Exercício contextualizado

Imagem divulgação
EXAME DE SUFICIÊNCIA EM CONTABILIDADE 

QUESTÃO 15 (EXAME CFC/CRC 1/2011 - TÉCNICO). Os gastos com fretes e seguros:

a) quando incorridos pelo vendedor na entrega de mercadorias vendidas, devem ser classificados como custo de mercadorias vendidas.

b) quando incorridos pelo vendedor na entrega de mercadorias vendidas, não alteram o resultado do período. 

c) quando incorridos pelo comprador na aquisição de mercadorias para revenda, devem ser classificados como custo de aquisição de mercadorias. (Resposta).

d) quando incorridos pelo comprador na aquisição de mercadorias para revenda, devem ser classificados como despesas comerciais.

Conceitos e Exemplos

De grande importância para a gestão de negócios, a correta diferenciação dos gastos em custos e despesas se faz necessária já que a contabilidade trata ambas de formas distintas. Contabilmente os custos integram diretamente o valor dos estoques, já as despesas são deduzidas do resultado apenas na Demonstração do Resultado do Exercício.

Custo

De acordo com a NPC 2 do IBRACON, “Custo é a soma dos gastos incorridos e necessários para a aquisição, conversão e outros procedimentos necessários para trazer os estoques à sua condição e localização atuais, e compreende todos os gastos incorridos na sua aquisição ou produção, de modo a colocá-los em condições de serem vendidos, transformados, utilizados na elaboração de produtos ou na prestação de serviços que façam parte do objeto social da entidade, ou realizados de qualquer outra forma.”

Desta forma, custo é o valor gasto com bens e serviços para a produção de outros bens e serviços. Exemplos: matéria prima, energia aplicada na produção de bens, salários e encargos do pessoal da produção.

Despesa

Valor gasto com bens e serviços relativos à manutenção da atividade da empresa, bem como aos esforços para a obtenção de receitas através da venda dos produtos. Exemplos: Materiais de escritório, Salários da administração.

Como diferenciar?

Os custos tem a capacidade de serem atribuídos ao produto final, despesas são de caráter geral, de difícil vinculação aos produtos obtidos.
Se ainda restar dúvida proponho a seguinte pergunta para esclarecimento da natureza do gasto:
Se hipoteticamente eu eliminar este gasto a produção ou obtenção de estoques seria diretamente afetada?

Se a resposta for afirmativa trata-se de um custo, pois está vinculado a produção, caso contrário temos uma despesa.

Exemplo de aplicação:

Gasto com propaganda e publicidade é custo ou despesa?
Aplicando a análise acima veremos que ao cortar gastos com publicidade e propaganda não teríamos alteração na produção de estoques, somente uma possível queda nas vendas. Portanto trata-se de uma despesa.

Quadro Comparativo: Custos x Despesas

Custos
Despesas
Gastos de produção
Vinculados diretamente aos Produtos/Serviços
Gastos com o objeto de exploração da empresa (atividade-afim)
Gastos administrativos e de vendas
Não se identificam diretamente à produção
Gastos outras atividades não exploradas pela empresa (atividade meio)
(Portal de Contabilidade)

Comentários acerca da questão

Segundo Ferreira (2011) integram o custo de aquisição apenas os gastos necessários a que se tenham as mercadorias disponíveis para a venda, tais como o valor pago pelas mercadorias, o frete, o seguro do frete, os impostos não recuperáveis. Os gastos não relacionados à compra das mercadorias não fazem parte do seu custo de aquisição.









Exame de Suficiência Contabilidade - Contabilidade Geral: Exercício contextualizado IV

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EXAME DE SUFICIÊNCIA EM CONTABILIDADE

CONTABILIDADE GERAL

QUESTÃO 05 (EXAME CFC/CRC 2/2011). Uma empresa industrial possui um Ativo Imobilizado cujo custo histórico é igual a R$50.000,00 e cuja depreciação acumulada equivale a R$12.000,00. A empresa apurou, para esse ativo, um valor justo líquido de despesas de venda de R$10.000,00 e um valor em uso de R$20.000,00.

Com base nos dados informados, considerando a NBC TG 01 – Redução ao Valor Recuperável de Ativos –, o valor a ser registrado como perda por desvalorização do Ativo Imobilizado será de:

a) R$18.000,00. (Resposta)

b) R$28.000,00.
c) R$30.000,00.
d) R$40.000,00.


Resolução:

A base para responder a esta questão está no PRONUNCIAMENTO TÉCNICO CPC 01 (R1) Redução ao Valor Recuperável de Ativos
Tal pronunciamento menciona:
“Mensuração do valor recuperável
18.    Este Pronunciamento define valor recuperável como o maior valor entre o valor justo líquido de despesas de venda de um ativo ou de unidade geradora de caixa e o seu valor em uso. Os itens 19 a 57 estabelecem as exigências para mensuração do valor recuperável. Essas exigências usam o termo “um ativo”, muito embora se apliquem igualmente a um ativo individual ou a uma unidade geradora de caixa.”

19.   Nem sempre é necessário determinar o valor justo líquido de despesas de venda de um ativo e seu valor em uso. Se qualquer um desses montantes exceder o valor contábil do ativo, este não tem desvalorização e, portanto, não é necessário estimar o outro valor.

20.   (…)
21.   Se não há razão para acreditar que o valor em uso de um ativo exceda materialmente seu valor justo líquido de despesas de venda, o valor justo líquido de despesas de venda do ativo pode ser considerado como seu valor recuperável. Esse será frequentemente o caso para um ativo que é mantido para alienação. Isso ocorre porque o valor em uso de ativo mantido para alienação corresponderá principalmente às receitas líquidas da baixa, uma vez que os futuros fluxos de caixa do uso contínuo do ativo, até sua baixa, provavelmente serão irrisórios.”

Exame de Suficiência em Contabilidade: Exercício contextualizado

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EXAME DE SUFICIÊNCIA EM CONTABILIDADE

QUESTÃO 14 (EXAME CFC/CRC 2/2011) 

RESPOSTA (LETRA B)

RESOLUÇÃO

Segundo os Planos de Contas Aplicado ao Setor Público:


MANUAL DE CONTABILIDADE  APLICADA AO SETOR PÚBLICO

Aplicado à União, aos Estados, ao Distrito Federal e aos Municípios.

Válido para o exercício de 2010, de forma facultativa e obrigatoriamente em 2011 para a União, 2012 para os Estados e 2013 para os Municípios.
(Portaria STN nº467, de 6 de agosto de 2009).


MANUAL TÉCNICO DE  CONTABILIDADE APLICADA AO  SETOR PÚBLICO
Aplicado à União, aos Estados, ao Distrito Federal e aos Municípios
(Portaria STN nº XXXX, de 2009)

1ª edição

ITEM 1- Variação Patrimonial Diminutiva

A variação patrimonial diminutiva pode ser classificada:

a) Quanto à entidade que apropria a despesa:

- Variação patrimonial diminutiva pública – aquela efetuada por entidade pública.
- Variação patrimonial diminutiva privada – aquela efetuada pela entidade privada.

b) Quanto à dependência da execução orçamentária:

- Variação patrimonial  diminutiva resultante da execução orçamentária – aquela que  depende de autorização orçamentária para acontecer.  Exemplo: despesa com salário,  despesa com serviço, etc.

- Variação patrimonial  diminutiva independente da execução orçamentária – aquela que  independe de autorização orçamentária para acontecer. Exemplo: constituição de provisão,  despesa com depreciação, etc.

c) Quanto às ações executadas pelo setor público:

- Pessoal – Trata da remuneração de pessoal do governo e seus encargos.

- Benefícios Sociais  – Caracterizados em geral por espécies de transferências com o  objetivo de proteger a população ou segmentos dela contra certos riscos sociais.

- Uso de Bens e Serviços – Consistem de serviços, insumos e matérias-primas empregados  na produção de bens e serviços acrescidos de mercadorias compradas para revenda menos a variação líquida de inventários de produtos em elaboração, bens acabados e mercadoria para  revenda. 

- Operações Financeiras – Tratam de despesas com juros, descontos concedidos, etc. 

- Transferências  – Incluem doações, subvenções, subsídios, auxílios, transferências  intergovernamentais e intragovernamentais concedidas, entre outros.

- Outras Variações  Diminutivas – Outras variações patrimoniais  diminutivas não  classificadas nos grupos anteriores.

Exame de Suficiência em Contabilidade: Exercício contextualizado


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EXAME DE SUFICIÊNCIA EM CONTABILIDADE 

QUESTÃO 13 (EXAME CFC/CRC 2/2011) 
RESPOSTA (LETRA D)


RESOLUÇÃO

Item I -  correto

Segundo a portaria ministerial 163/01, que dispõe  sobre normas gerais de consolidação das Contas  públicas no âmbito da União, Estados, Distrito Federal e Municípios, e dá outras providências, informa :


Art. 3º A classificação da despesa, segundo a sua natureza, compõe-se de:

§ 3º O elemento de despesa tem por finalidade identificar os objetos de gasto, tais como vencimentos e vantagens fixas, juros, diárias, material de consumo, serviços de terceiros prestados sob qualquer forma, subvenções sociais, obras e instalações, equipamentos e material permanente, auxílios, amortização e outros de que a administração pública se serve para a consecução de seus fins.

No Manual Aplicado ao Setor Público de 2010, do Ministério da Fazenda, também fundamenta:

Conforme definição constante deste manual, o elemento de despesa tem por finalidade  identificar os objetos de gasto, tais como vencimentos e vantagens fixas, juros, diárias,  material de consumo, serviços de terceiros prestados sob qualquer forma e outros de que  a administração pública se serve para a consecução de seus fins.

Item II - Correto

No mesmo mesmo caso anterior o manual complementa:

Portanto, para emissão do empenho deve-se identificar o objeto do gasto que, no caso, é  a prestação de serviços com base no contrato de manutenção de aparelhos, já que não é  possível no contrato fazer a distinção entre os objetos de gasto.

Item III - Correto

E, ainda, complementa o parágrafo anterior o manual.

Assim, torna-se  desnecessária a emissão de dois empenhos, sendo emitido apenas um na ND 3.3.90.39, pois o fornecimento de peças está incluso e não altera o valor do contrato.

Blog de Professores Contábeis

terça-feira, 16 de setembro de 2014

Erros na contabilidade transformam candidatos em 'milionários'

Candidato a deputado estadual aparece no TSE com o dobro da arrecadação de Dilma.

Erros e omissões distorcem a contabilidade dos partidos e dificultam a tarefa de quem tenta descobrir quanto dinheiro circula pelas campanhas eleitorais. A vereadora Eliza Virgínia Fernandes (PSDB), de João Pessoa, gargalhou ao saber que, como candidata a deputada estadual, declarou ter recebido R$ 89 milhões de doações na prestação de contas entregue ao Tribunal Superior Eleitoral (TSE).
A bolada faz da campanha de Eliza a terceira mais "rica" até agora, perdendo apenas para as de Édio Correa Filho (PP-RJ) e da presidente Dilma Rousseff. Candidato a deputado estadual no Rio, Correa Filho arrecadou, segundo os registros entregues ao TSE, mais de R$ 251 milhões, o dobro do que a campanha de Dilma recebeu. Trata-se de mais um erro.
O maior doador da campanha de Correa Filho é o deputado federal Júlio Lopes, candidato à reeleição também pelo PP. Ele teria repassado R$ 251.185.000 ao correligionário, segundo a prestação de contas. A assessoria de Lopes, porém, afirma que o deputado federal doou apenas um cheque de R$ 5 mil, além de material de campanha. Ao estimar o valor de panfletos, cartazes e faixas, a equipe de Correa Filho deve ter digitado um número com zeros a mais, na casa dos milhões, segundo a assessoria de Lopes.
Eliza Virgínia disse também suspeitar que houve erro de digitação em sua prestação de contas. "Não tinha nem ideia e agora vou pedir para o contador retificar. É uma grande piada estar entre os candidatos mais ricos", afirmou. A candidata, entretanto, brincou que o erro a faria sair no jornal, tornando-a mais "famosa" (Agência Estado/O tempo).

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